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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Porto Seguro - BA [09 a 16 de Janeiro de 2016] - Parte 05

Mais um dia, mais um passeio, dessa vez tivemos como Roteiro as Praias do Norte, na Bahia.


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Quinta, 14 de Janeiro de 2016

Nesse dia acordamos um pouco mais cedo que o normal, pois nossa Van sairia às 7:30h, mas a Lu não quis lanchar no Hotel porque no dia anterior tinha achado um cabelo na comida [nunca vi ter tanta sorte pra achar cabelo nas coisas, direto ela acha!]. Então só comemos uns biscoitos e deixamos pra lanchar na praia mesmo. A Van chegou no horário pontual e partimos rumo as Praias do Norte de Porto Seguro.





Demos muita sorte porque dessa vez o trânsito estava bem livre e a van pôde fazer boa parte do percurso sem nenhuma interrupção, e rapidamente chegamos até um cais que transporta os veículos para atravessar o rio.





A Balsa daqui é um pouco diferente daquela que pegamos na vez passada. Nessa os passageiros descem dos veículos e ficam na mesma balsa que eles. Quando a Balsa ancorou subimos novamente e continuamos nosso percurso, até chegar numa estreita rua de terra.




Andamos mais um pouco e paramos pra tirar fotos em frente ao luxuoso Hotel Campo Bahia, que abrigou a Seleção da Alemanha durante a Copa do Mundo de 2014. Até tentei dar uma chegadinha mais perto pra ver mais do que tinha por dentro, mas fiquei com medo do segurança e não me arrisquei.






Para se ter uma ideia, as diárias mais baratas daqui custam cerca de 600 euros [R$ 1.800,00] e existem quartos que chegam aos 2.500 euros [R$ 7.500,00]Depois voltamos pra van e andamos apenas mais um pouco, então pudemos descer para finalmente ter acesso a praia.



E chegamos na Praia de Santo André, em Santa Cruz Cabrália.



Nossa barraca aqui estava muito rústica e bonita e como as outras praias mais afastadas do Centro, também era totalmente ecológica.





Como não havíamos comido nada resolvi pedir o cardápio pra podermos lanchar alguma coisa, e aí já veio o susto: a coisa mais barata dessa barraca custava R$ 20,00 [um suco misturado com leite condensado, água de coco e mais alguma coisa servida dentro de um coco].

Os vendedores meio que falam que em algumas praias não existe consumação mínima, mas percebi claramente que o vendedor estava querendo empurrar alguma coisa, então tentei trapacear! Fui na Barraca do lado pedir uns salgados e suco também, mas o cara viu!

Acabou que comprei um suco desses com ele e consegui convencê-lo a deixar eu comprar o lanche na banca do lado, mas ainda assim ele me roubou R$ 2,00, porque os lanches custavam R$ 5,00 e o cara fez por 7,00 [Notas: Para mim essa é a maior desvantagem das praias de Porto Seguro, como o monopólio impera nas barracas o consumidor sai prejudicado e paga preços absurdamente caros, mesmo para as coisas mais simples].


Bom! A menina chegou e trouxe o côco pra gente e experimentamos o suco mais caro de nossas vidas, que até estava gostoso, mas como não pedimos o sabor principal porque o estômago da Lu ainda não estava bom acho que poderia ser até mais gostoso do esse que tomamos.




Tempo gostoso, ventando somente um pouco, nublado e com as piscinas naturais na nossa frente, então só faltou começar a mergulhar, #só que não!

De repente fomos assolados por uma forte ventania e uma chuva de verão que nos pegou de surpresa e ficamos ilhados na nossa mesinha para se proteger da chuva. Quando a chuva engrossou mais tivemos de sair dali e nos abrigamos junto com as outras pessoas do nosso grupo debaixo de uma estrutura de madeira.




Na hora que a chuva parou a Luciana desistiu de nadar e resolvemos andar pela praia, primeiro pelo lado esquerdo, que dava para o rio e enquanto andávamos ela parava para pegar conchinhas que ia vendo pelo caminho.





Mas percebemos que chegou uma Balsa inteira lotada de pessoas da CVC [acredito eu] que num segundo encheu a praia que estava calma e tranquila com centenas de pessoas:


Por isso preferimos dar o pé ali, voltar pra onde estava nossa barraca e seguir pelo outro lado, que estava mais vazio.

Desse lado é possível praticar caiaque

Agora as ondas estavam mais calmas e dava pra andar tranquilamente pela beirada da praia, sentindo as ondas do mar nos nossos pés. 



Quando chegamos em uma área mais vazia tentamos escrever o nome do meu Blog novamente pra ver se conseguíamos fazer algum efeito legal. E de tanto tentar não é que ficou bom!?



Fiz até um vídeo da hora que a Luciana estava escrevendo pra mim:



E tirei mais algumas fotos da Lu pra registramos esse momento:



Inspirados pelo marcação na areia que vimos no dia anterior, também resolvemos deixar a nossa própria marquinha na areia da praia.





[Obs.: Nossos olhos quase não abriam porque a luz estava muito forte, eu tinha que tirar várias fotos da mesma coisa porque não conseguia ver nada pela lente da câmera devido a tanta luminosidade.] 

Feito tudo que queríamos, voltamos.




Dessa vez não almoçamos na praia porque a Guia Ester sugeriu que todos comecem num restaurante a quilo perto dali, então ficamos descansando nas nossas cadeirinhas enquanto sentíamos o ventinho com a brisa do mar sobre nós. 


Vimos até um vendedor ambulante que vendia souvenires de pedra, aí não resisti, tive de comprar uma tartaruguinha pra levar como lembrança de Santa Cruz Cabrália.



Quando nosso tempo por aqui terminou pegamos a Van novamente e seguimos até um local próximo dali.




A Oficina do Sabor é um projeto que ajuda crianças carentes das redondezas para tirá-las da pobreza, evitando que muitas delas entrem para o mundo das drogas e aqui ensinam a elas a arte de fazer artesanatos e doces para se ter algum sustento por conta própria.





Nesse lugar também é possível experimentar cocadas e licores, sendo que as cocadas podem ser de coco [tradicional], maracujá ou café. Não experimentei os licores porque não gosto de beber.




Nossa, a cocada é muito boa mesmo, experimentei somente a de café [sabor que normalmente eu não gosto, mas estava muito boa também] e a de côco, que também estava um espetáculo. Compramos duas, uma pra dar de presente pra minha mãe e outra pra dar para a mãe da Luciana.


Bem perto dali a Lu e a guia avistaram mangas fresquinhas e prontas para serem comidas e não resistiram, pediram autorização pro dono e encheram as sacolas de manga.


Voltamos pra Van, andamos mais um pouco e chegamos no Berimbau Park, local onde almoçaríamos.





Enquanto os garçons arrumavam as mesas fomos convidados a adentrar o mangue para avistar outra espécie de caranguejos, que eram bem mais grandinhos dos que tínhamos visto antes.



Para isso atravessamos uma ponte suspensa, já que ficaríamos todos sujos de lama e a área é protegida para que os caranguejos não sejam incomodados.






Aqui tinha muitos desses caranguejos que habitam essa mata fechada e densa do mangue.


Achamos até um que estava vagarosamente subindo o tronco de sustentação da ponte suspensa:


Se ainda não achou ele, estou dando um zoom na foto acima:


Fomos andando por essa ponte suspensa que era razoavelmente longa, tirando fotos e avistando mais caranguejos pelo caminho, até chegar na plataforma que estava de frente para o rio:






Todo mundo gritou quanto a Chalana da CVC que estava passando por ali e de estômago roncando voltamos tudo de novo e fomos almoçar, ainda vendo muitos caranguejos pelo caminho.







Na maioria dos dias eu e a Lu almoçamos bem cedo [entre 11:00h e 12:00], mas já deviam ser cerca de 14:00h, então estávamos com muita fome mesmo!


Prato da Lu: Saudável e Econômico.
Meu prato: Empolguei quando vi tantas opções e acabei enchendo o meu prato.
Assim que almoçamos circulamos um pouco pela propriedade e ficamos deitados nas redes, curtindo o céu [que agora estava bem limpo] e a sombra das árvores abaixo de nós.








E pra fechar o almoço com chave de ouro nada melhor do que comer um bom sorvete!



Pra quem não quiser sorvete também há opção de comer pudim ou outros tipos de doces:


Nosso objetivo agora era ir para a Aldeia dos Índios Pataxós, em Coroa Vermelha, então todos entraram na Van e atravessamos a balsa novamente.







A volta na barca foi agoniante porque tinha uma moça cantando e gritando demais, estava realmente incomodando. Assim que a Balsa chegou na encosta continuamos voltando pelo mesmo percurso, já que a Aldeia estava pelo caminho.




Chegamos, mas continuarei com o Relato na próxima Parte porque nesse dia fizemos muitas coisas e esse relato já está muito extenso.


Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar a próxima parte do relato:


Clicar: [PARTE 06]

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