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domingo, 12 de junho de 2016

O que aconteceria uma bomba nuclear caísse em São Paulo?

Nesses nossos tempos instáveis, onde existe sempre a ameaça de conflitos e ataques terroristas, caímos numa questão...


Já imaginou o que aconteceria se uma bomba atômica caísse em São Paulo? Quais seriam as consequências para o Estado mais populoso do Brasil e também para o restante do país?


A capacidade nuclear atual está anos a frente da antiga bomba atômica que devastou as cidades de Hiroshima e Nagasaki no Japão durante a 2º Guerra Mundial e para se ter uma pequena ideia, a potência média das bombas atômicas atuais chega a ser 1.000 vezes maior do que as lançadas no passado.

Little Boy, a bomba atômica lançada sobre Hiroshima, em um poço de carga na ilha Tinian, no Pacífico, pouco antes de ir para o bombardeiro.
Enola Gay, o avião bombardeiro B-29 que derrubou Little Boy sobre Hiroshima em 6 de agosto de 1945, matando mais de 60.000 pessoas.
A bomba atômica Fat Man, sendo preparada em Tinian para o bombardeio de Nagasaki em 9 de agosto de 1945, que matou cerca de 40.000 pessoas.
Vista aérea de Little Boy (à esquerda) e Fat Man (à direita) sobre Hiroshima e Nagasaki, respectivamente. A Segunda Guerra Mundial terminou pouco tempo depois das detonações.
O Canal Acredite ou Não fez um vídeo muito interessante sobre isso, primeiro assista o vídeo e depois analisaremos os resultados com mais calma.



AS CONSEQUÊNCIAS IMEDIATAS:

O efeito da explosão de uma bomba atômica em São Paulo seria devastador:


Simulação de bomba de Hiroshima detonada em São Paulo feita pelo aplicativo Nukemap.
EPICENTRO

- Se atingisse o solo da Praça da Sé, no Centro de São Paulo abriria-se uma cratera de 300 km com 61 metros de profundidade, que desintegraria tudo no caminho.



RAIO - 960 metros de distância

- Dificilmente algum prédio ficaria de pé. A bola de fogo com temperatura semelhante a do Sol faria com que as pessoas e objetos próximos a ela se desmaterializassem.

- A radiação somada a temperatura altíssima e o forte vento carregando destroços por todo lado mataria cerca de 98% das pessoas.

bomba-atomica

RAIO - 6,9 km de distância

- Os ventos ainda teriam força semelhante a do Furacão Katrina, com cerca de 250 km/hora. Muitos edifícios desabariam e as casas que ficassem de pé certamente sofreriam muitos danos e também ficariam comprometidas.

- Nesse ponto o número de sobreviventes seria aproximadamente semelhante ao número de mortos.



RAIO - 15,0 km de distância

- Os ventos fortes de 65 km/hora seriam incapazes de danificar prédios maiores, mas as casas teriam seu telhado derrubado, o que geraria ainda mais acidentes, além do risco de ser atingido por outros destroços lançados pela bomba, pelo fogo, acidentes de trânsito, entre outras coisas.

- Cerca de 1/3 das pessoas nessa região poderiam ficar feridas, além de se ter também muitos mortos.

AS CONSEQUÊNCIAS APÓS ESSE DESASTRE:


Após termos passado pelo primeiro inferno, a situação não se acalmaria em nada e os danos ainda continuariam.

Até 96 horas depois

- Centenas, talvez até milhares de pessoas ainda sofreriam com a radiação lançada pela bomba, que pode causar morte celular e mutações. O alcance ia variar de acordo com a direção e velocidade do vento.

- Cerca de 50% das pessoas localizadas a até cerca de 16 km morreriam em 96 horas e, cada vez mais perto do epicentro, esse percentual seria ainda maior. Mesmo que a pessoa não morra nos primeiros meses após a exposição, ela pode vir a falecer devido ao câncer resultante da mutação mesmo após algumas dezenas de anos.

O Brasil após essa explosão:


Tão terrível quanto o momento da bomba, seria o depois dela:

- São Paulo levaria décadas e mais décadas para se recuperar, já que precisaria da ajuda do Governo Federal e dos demais Estados brasileiros, todos entretanto, com a economia em frangalhos.

- São Paulo é o Estado com o maior PIB do Brasil, por isso o prejuízo seria nacional e marcaria uma nova fase de trevas econômica para todo o país: a violência sairia de controle, o governo não conseguiria mais governar por certo tempo. Roubos, assassinatos, furtos e arrastões aconteceriam por todo o território nacional e os investidores retirariam seus investimentos do país, causando uma maciça desvalorização da nossa moeda. 

Certamente o governo tentaria contornar essa situação de violência e acabaríamos em uma terrível guerra civil.
Estimativa de mortos:

Se a bomba que caiu sobre o centro de São Paulo tivesse as mesmas características da de 1945 mataria mais de 170.000 pessoas e quase 190.000 ficariam feridas e um número absurdamente maior de pessoas [inclusive as que sobreviveram a explosão] ainda ficariam expostas à radiação, o que com o passar do tempo, causaria ainda mais mortes.


E SE ELA CAÍSSE EM OUTROS LUGARES DO BRASIL?

Em qualquer lugar que caísse uma bomba nuclear, claramente, o efeito seria devastador, veja também em outras cidades populosas, como o Rio de Janeiro e Brasília.

Rio de Janeiro:


Se uma bomba atômica com poder equivalente a da Little Boy for jogada no centro do Rio de Janeiro poderia matar mais de 34 mil pessoas e deixar mais de 60 mil feridas só no momento da explosão, sem contar que esse número poderia ser ainda maior em épocas de eventos esportivos ou congressos que costumam ser realizados na cidade.

O mapa abaixo mostra que os feitos mais graves se estenderiam por uma área que vai da Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, e além.


Simulação de bomba de Hiroshima detonada no Rio de Janeiro feita pelo aplicativo Nukemap.
Brasília:

Se fosse disparada sobre o Eixo Monumental de Brasília teria um efeito ainda mais arrasador: De imediato teríamos 170.000 mortes e quase 190.000 feridos por conta da explosão, sem contar ainda os danos posteriores devido a radiação nuclear e os terríveis efeitos na economia do país.

Raio de destruição que a 'Little Boy', bomba atômica lançada sobre Hiroshima teria em Brasília.
E para fechar o assunto de hoje, conheça a bomba atômica mais potente do mundo.

Tsar Bomb


Chamada oficialmente de AN602, esta bomba de hidrogênio, que foi testada com êxito em 1961, faz parte (sem sua carga atômica) de uma exposição sobre a história nuclear russa que pode ser vista no Manège de Moscou, um prédio histórico da capital.
Esse armamento pertence a Rússia e atualmente é a bomba nuclear [conhecida] mais potente do mundo. O dispositivo foi testado em 1961 e era cerca de 3 mil vezes mais potente do que a bomba de Hiroshima. Saiba mais sobre essa bomba vendo o vídeo abaixo:




Se tiver gostado e quiser ver mais postagens dessa mesma Coleção, clique no álbum abaixo:


Fontes Pesquisadas:





Isso é tudo por hoje! Boa sorte e até o próximo post!

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4 comentários:

  1. Isso não é nada o PT fez o serviço de dez bombas atômicas no Brasil.

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    1. kkkkkk. Verdade, acho que em São Paulo, no Rio e no Sul a situação é gravíssima mesmo. Espero que agora nosso país seja capaz de se erguer novamente após essa crise tão avassaladora.

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  2. Sara é praxe falar com creche aqui é uma bomba lá no Congresso

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    Respostas
    1. Vaso ruim não quebra. É perigoso explodir uma bomba lá e morrer apenas os trabalhadores e visitantes do Congresso e nossos políticos mesmo, se bobear vão estar só feridos! O ideal pra tirar eles de lá é não votar em nenhum deles mesmo. Assim não precisaria ferir ninguém pelo menos!

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