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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] - Parte 4

Nesse ponto, eu já comecei a entender algumas pequenas coisas do cotidiano normal dos uruguaios [ou será que não]!


Conto agora como foram a quarta e quinta-feira em Montevideo. Um dia tirei para descansar, e o outro fiz um passeio bem interessante [e um pouco perigoso?] ao Cerro Montevideu, que fica um pouco mais longe do centro da cidade.


Se tiver caído aqui e desejar ver as outras partes do passeio, basta clicar em um dos botões abaixo:

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E agora a continuação do relato...

Dia 4 - Quarta [08/02]

Acordei mais ou menos às 7:30h de novo e fui lanchar [dessa vez coloquei uma fruta para compensar um pouco a falta de vegetais nas minhas refeições do dia-a-dia].


Próximo das 9:00h fui junto com o Michel [seu nome se pronuncia como Míchel] para a Academia Uruguay para termos aulas, mas assim que cheguei não resisti e tirei a foto de uma placa da escadaria da parte de dentro da academia, que achei muito interessante.


A placa da direita representa muito bem o risco de se escorregar das escadas [provavelmente o bonequinho morreu depois de escorregar feio desse jeito!] As aulas prosseguiram normalmente das 9:30h às 13:30h com um pequeno intervalo entre 11:30 e 12:00h, como nos outros dias.

No começo da aula aproveitei que estávamos fazendo perguntas para a professora e expliquei para ela sobre o caso que eu tive da garçonete ter feito uma careta horrivelmente feia para mim na hora que eu tinha ido embora do restaurante. Ela me disse que esse pessoal ganha realmente muito pouco como salário base no Uruguai, e que basicamente vivem das gorjetas que são dadas pelos clientes [que aqui é chamada de La Propina]. E existe um costume de dar 10% do valor da refeição em Propinas, mas que não é necessário dar nada caso se considere que tenha sido mal atendido.

Algo bem interessante que se destacou nessa classe foi o filme do Mr. Bean se vestindo e escovando os dentes indo para o dentista enquanto estava dirigindo seu fusca, a cena foi excepcional e rimos muito [e isso ainda foi didático, pois estávamos aprendendo mais coisas sobre o vocabulário da rotina do dia-a-dia e o nome das roupas em espanhol].


Então, pra ajudar um pouco vai aí uma tabela sobre a rotina [La rutina]:


Lembrando-se que as principais refeições são essas:

Café da Manhã [el desayuno] - Pronúncia: el dessadíuno
Almoço [el almuerzo]Pronúncia: el almuerço
Café da tarde [la merienda]Pronúncia: lá meriênda
Janta [la cena]Pronúncia: la cêna


Agora o vocabulário do vestuário:



Notas: No Uruguai não chamamos óculos de Gafas, e sim de Los Lentes.

Assim que saí do curso fui para a Plaza para procurar algum lugar para almoçar, mas antes aproveitei para ver se tinha alguma coisa legal na pequena feirinha à céu aberto que estava ocorrendo ali nesse dia.





Aproveitei para procurar algum souvenir legal, e o que encontrei foi um mini-mate [o pessoal aqui adora tomar o mate, é algo parecido com o chimarrão de quem vive no Rio Grande do Sul].

Mate:


Meu souvenir [Mini-Mate]:


E dessa vez resolvi entrar em um restaurante que estava menos movimentado e com alguma comida de mais qualidade, e o elegido foi o The 1792 Gourmet, que possuía um tema retrô que remetia a alguns séculos atrás!





Como eu ainda tinha muita dificuldade de entender as comidas, olhava alguma coisa que me parecia interessante nas placas do lado de fora da rua, tirava a foto e pedia para as garçonetes [que aqui são chamadas de Mozas - Pronúncia: Moçastrazer o prato para mim.

A menina que me atendeu foi super educada, prestativa e sempre que eu tinha alguma dificuldade ou acabava de comer alguma coisa me atendia com presteza e agilidade. Dessa vez escolhi Colita de Cuadril Breseada como minha opção de almoço.

E claro, primeiro vieram os pãezinhos:



E depois a refeição principal:



E assim que acabei de comer e fechei a conta também me deram mais esse doce:



E dessa vez dei a propina direitinho, como mandam os bons costumes. A garçonete agradeceu e até o pessoal do balcão deu tchau e acenou para mim! Achei tudo isso muito engraçado! E voltando para a casa da família, quase na Plaza Independéncia observei uma plaquinha de uma agência de turismo que chamou muito a minha atenção.



Então entrei na galeria, procurei o estabelecimento e conversei um pouco na loja, nesse dia fiz apenas um orçamento básico, pois depois voltaria novamente na loja para fechar um passeio para Punta del Este, que é uma cidade bem turística no Uruguai.

Às 14:00h eu já tinha voltado pro meu apartamento. Ali descansei, fiquei mexendo no computador, passei mais de uma hora conversando com a Luciana pela chamada de vídeo do Whatsapp e ainda apresentei os donos da casa para ela: o Alvaro e a Stela. E depois passei o resto do tempo que sobrou assistindo alguns dos animes que eu estava acompanhando nesta temporada.

Dos que eu estava vendo, esses foram os que achei mais interessantes:

Ao no Exorcist Kyoto Fujouou Hen: A história gira em torno de Rin Okumura, um adolescente que descobre que é o filho de Satã ( Satanás ). Nasceu de uma mulher humana e é o herdeiro dos poderes de Satã. Quando Satã mata o guardião de Rin,, ele decide se tornar um exorcista para derrotar seu pai.
Chain Chronicle Haecceitas no Hikari TV: Situado em uma terra medieval, um grupo de aventureiros foi derrotado pelo Rei Preto, que quer dominar o mundo com sua magia e negra, e tudo está quase a beira do colapso, mesmo assim eles não desistiram e continuam se esforçando nessa árdua batalha.
EldLive: Por muito tempo Chuuta sempre pagava micos por conta de uma voz que sempre ouvia em sua cabeça, e após um incidente ele foi escolhido pelo computador da estação espacial de polícia cheia de alienígenas, e após alguns problemas com uma garota com rosto angelical julgar que ele era incapaz, Chuuta realmente resolve encarar tudo e se alista com eles, começando a sua aventura.
Gintama (2017): Essa é uma série ambientada no Japão Feudal que foi invadido e dominado por alienígenas. Gintoki trabalha num faz tudo e aqui conferimos o último arco dessa série incrível.
Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo: Aqui acompanhamos a aventura do jovem Kazuma que reencarnou em um mundo mágico e medieval e luta contra o Rei Demônio. O que ele não sabia era que as pessoas de seu grupo seriam extremamente loucas e fora do normal, algo que deixa a história bem engraçada e divertida.
Nobunaga no Shinobi: Chidori é uma menina ninja que vive no período Edo, no japão. E nesse curta descobrimos a história de quando ela servia a Oda Nobunaga, que sonhava em unificar o Japão.
Youjo Senki: A história desenrola-se à volta de uma jovem que luta na linha de frente na guerra. Ela tem cabelo loiro, olhos azuis e pele branca quase transparente, derrubando sem piedade os seus adversários. Seu nome é Tanya Degurechov e ela comanda o exército. Tanya costumava ser um dos trabalhadores de escritório de elite do Japão, mas por causa de um deus irado, renasceu como uma pequena menina.
Sousei no Onmyouji: A história desenrola-se à volta de Rokuro, um jovem que prefere ser tudo menos exorcista. A chegada de Benio faz despertar o seu espírito competitivo e expõe todo o seu incrível potencial. A rivalidade deles toma um rumo inesperado quando ambos ganham o prestigioso título de “Exorcistas das Estrelas Gêmeas” (Sousei no Onmyouji), onde dois lutadores de topo estão destinados a casar-se e dar à luz o mais forte exorcista do mundo, Miko!
À noite a casa ficou mais vazia e nesse meio tempo pedi pro casal deixar no telejornal para que eu pudesse ver se era diferente do noticiário brasileiro. Então fiquei em frente a TV de umas 20:00 às 20:30h aproximadamente.



As notícias estavam meio paradas, ao que parece não escolhi um dia pouco agitado no noticiário uruguaio! Então assim que desliguei a TV saí para comer alguma coisa no restaurante da esquina mesmo, que estava mais perto.




Pedi Bocata + Licuado, que é uma espécie de pão com presunto, queijo e azeitonas e o Licuado [um suco com frutas misturadas]. Voltei para o apartamento, descansei mais um pouco e fui dormir. Também fiquei sabendo que a Kelsy, uma amerina que já esteve na casa a mais tempo e foi visitar o Uruguai com sua família tinha chegado à noite na casa, mas não pude vê-la porque ela chegou cansada da viagem e foi dormir. Dia finalizado!

Dia 5 - Quinta [09/02]

Em meu quinto dia no Uruguai, acordei mais ou menos na mesma hora que nos dias anteriores, tomei meu café da manhã.




E claro, fiz os deveres atrasados antes de ir para a Academia Uruguay! Fui novamente com o Michel e chegamos às 9:30h, como de costume. As aulas foram bem interessantes e se focaram num tempo verbal que eu não havia estudado no Brasil, o vos.

Ao que parece, no Uruguai e em partes da Argentina se usa esse tempo. Já o vosostros [que se usa em alguns lugares da Espanha] foi completamente eliminado porque aqui sequer é utilizado pelas pessoas, nem as mais velhas.

Exemplos:

Em algum outro país hispanohablante e também no Uruguai:

[Formal] Usted es profesora de español. Trabaja en la Academia y vive en Montevideo. En la Academia enseña español. Antes de la clase toma un café y come unas medialunas. También habla con los otros profesores y mira las notícias en el diario.

Em algum país hispanohablante:

[Informal] Tu es profesora de español. Trabajas en la Academia y vives en Montevideo. En la Academia enseñas español. Antes de la clase tomas un café y comes unas medialunas. También hablas con los otros profesores y miras las notícias en el diario.

No Uruguai:

[Informal] Vos sós profesora de español. Trabajás en la Academia y vivís en Montevideo. En la Academia enseñás español. Antes de la clase tomás un café y comés unas medialunas. También hablás con los otros profesores y mirás las notícias en el diario.

Isso é uma Medialuna:


Por aqui é comum usar o tempo tu e vos na maioria das vezes, e o usted que é mais formal, usamos em situações em que isso é mais necessário: falar com o chefe de uma grande empresa, entrevistas de emprego e por aí vai.

Mais exemplos:

Ser: Yo soy - tu es - vos sós
Estar: Yo estoy - tu estás - vos estás
Tener: Yo tengo - tu tienes - vos tenés
Poner: Yo pongo - tu pones - vos ponés

Como eu estava sem nenhum biscoito resolvi ir numa loja chamada Mio, que o povo me indicou para poder lanchar.




Ali comprei um empanado de ramon y queso e voltei pra aula assim que acabou o intervalo. A professora foi bem dinâmica nessa classe e ainda não tinha parado de mostrar coisas interessantes pra gente, seja na parte da didática ou até mesmo em jogos que facilitam na memorização.




Às 13:30h acabou a aula e saí para procurar outro lugar para almoçar. Como a cada dia eu estava tentando ir num lugar diferente e já tinha ido em praticamente todos da praça, resolvi me afastar um pouco mais pra ver se eu descobria outros lugares legais. Primeiro entrei em um que me pareceu interessante, mas era de comida japonesa [e da última vez que comi esse tipo de refeição passei aperto porque uma lula ficou agarrada na minha garganta e custei a engoli-la!], então preferi procurar outro estabelecimento.

E fui me afastando, indo em direção ao porto, até que achei uma placa que chamou a minha atenção e fui ao estabelecimento para almoçar.





O lugar se chamava La Petite Cuisine e servia comida francesa, ali pedi o menu Paris, que era um dos pratos que estavam em promoção no estabelecimento. Em minha vida eu nunca tinha comido comida francesa, então foi uma experiência nova e interessante para mim. Uma das moças sabia português, então às vezes ela me atendia também para explicar um pouco de como eram servidas as coisas.

[Aqui o pessoal é bem prestativo, se percebem que alguém é brasileiro e existe alguém que fale português no estabelecimento vão querer que ele fale com você de qualquer jeito pra poder atendê-lo melhor]



Primeiro recebi um copinho de limão com um pouco de Whisky, o gosto se assemelhava mais com o de um Halls verde. Em seguida pedi um chá gelado e também me deram outro copinho, que mais se parecia um líquido, mas era uma espécie de sopa.



Em Belo Horizonte normalmente as pessoas bebem o chá quente, então foi um pouco estranho, já a sopa tinha um gosto bem esquisito, então virei ela toda e bebi numa golada só!




Depois de mais algum tempinho veio o que aqui chamam de cubiertos [os pãezinhos!], quando se coloca o molho eles se tornam super deliciosos! Já o prato principal demorou um bocadinho, mas as atendentes foram muito atenciosas e me explicaram que era porque o prato estava sendo feito na hora, e além disso o estabelecimento estava cheio de clientes.



E finalmente ele chegou: Eram dois frangos com uma série de vegetais que eu nunca tinha comido na vida. Apesar de bem diferente até que estava gostoso. E pra fechar, ainda veio a sobremesa [que os uruguaios chamam de Postre].



Mamão com mais alguma coisa e sorvete, deliciosíssimo! No total demorei bem mais do que estava esperando, pois pensava que iria comer um prato rápido e já iria para o Cerro, mesmo assim valeu muito a pena, pois foi uma experiência bem interessante.

Ainda que eu achasse que estava meio tarde, resolvi ir pro Cerro Montevideo mesmo assim! Então fui até o ponto e peguei o 125 [Ciudad Vieja]Pedi pro motorista me ajudar, mas ele estava meio de mal humor e não senti confiança nele, então perguntei as pessoas e elas me ajudaram numa boa e falaram pra que eu descesse na estação de ônibus.






Cheguei na estação mais ou menos umas 16:30h [e como pensava que fecharia às 18:00h, comecei a ficar preocupado se eu conseguiria ou não chegar a tempo antes do lugar fechar]. E fiquei esperando o L12C [Fortaleza], mas ele não passava de jeito nenhum. Então após perguntar várias pessoas e obter mais algumas informações descobri que era melhor ir para a parte de trás da estação para poder pegar esse ônibus, e assim eu fiz.

Conversei com mais algumas pessoas no ponto, e uma uruguaia me ajudou um pouco e disse que esse não passava mais, então pegamos outro ônibus e fui até próximo do Cerro, dali ela me indicou o caminho e segui a pé os quarteirões que ainda estavam faltando.


Um problema que tive aqui é que essa moça que me "ajudou" disse que nessa região sempre aconteciam crimes, principalmente nos arredores da fortaleza, e que de jeito nenhum era pra eu dar a volta nela, pois poderiam me assaltar, roubar minha câmera, celular, roupa e todo meu dinheiro. Fiquei tão preocupado que estava pensando em voltar, mas continuei porque o ônibus já tinha ido embora e eu ficaria sozinho ali.




Fiquei um pouco mais tranquilo quando vi alguns policiais, e como já dava pra ver o forte continuei andando até lá. 




Quase chegando na fortaleza vi dois canhões apontados para a cidade, então não resisti e parei para tirar uma foto antes de continuar com o meu caminho.




Depois de tanto esforço, às 17:40h cheguei na portaria do Cerro Montevideo, uma fortaleza que atualmente é um museu militar e é cuidado pelo próprio exército uruguaio!



Descobri que o lugar não fecharia às 18:00h como eu pensava [nesse caso eu teria apenas 20 minutos pra conhecer tudo!], e sim às 19:00h, o que me deu mais algum tempo pra conhecer tudo com calma.

Primeiro preferi andar pela parte externa do forte e fui tirando fotos dos canhões e equipamentos de artilharia do século XVIII que estavam ali, além também de dar uma boa olhada em como eram os arredores dessa fortaleza.


















Com a parte externa vista, voltei meus olhos para a parte de dentro, e entrei em mais um portão pra descobrir o que havia ali.



Onde se vê essa estátua é uma área a céu aberto, e ao redor dela haviam vários salões, que mostravam coisas importantes dos equipamentos militares uruguaios, e também um pouco de como foi a sua evolução durante o tempo.

Primeiro Salão que eu visitei:






Comecei observando muitas espadas e mal parei para conferir a história, já que queria ficar pouco tempo aqui. Pra quem gosta de assuntos militares é muito interessante.

Segundo Salão:







Esse salão estava equipado com os mais diversos tipos de escopetas para os mais diversos gostos. Além do armamento também tirei fotos de muitos quadros mostrando os heróis da época e escritos contando sobre a história das guerras que o país enfrentou ao longo de sua história.








Terceiro Salão:

Esse já estava mais dedicado às vestimentas e adornos militares, foi o que eu fiquei menos tempo.








Quarto Salão:









Aqui mostravam as munições e balas de canhão e artilharia pesadas dos mais diversos tipos. Algo que achei bem interessante foi um quadro representando alguma guerra e também as imagens das padroeiras. Não sabia que existia uma padroeira que era citada nas guerras, como para a Artilharia, por exemplo!





E enfim, cheguei na última sala que visitei neste forte, o Salão da Artilharia.


Quinto Salão:







E antes de ir embora, aproveitei a oportunidade e pedi para o soldado que estava cuidando do forte tirasse uma foto minha junto a um dos canhões da fortaleza.



Assim que vi rapidamente tudo o que eu queria, comecei a voltar, super preocupado, quando passava alguma moto ou carro meu coração já disparava, pensava que alguém ia me assaltar! E depois de andar um pouco e pedir informação para as pessoas, percebi que em partes do caminho avião grupos com três policiais, então segui onde os via para que assim me sentisse um pouco melhor. Depois de andar por alguns quarteirões consegui chegar no ponto de ônibus mais ou menos às 18:30h [antes de começar a escurecer].



Em pouco tempo ele passou e rapidamente cheguei de novo na estação.




Eu estava esperando o 125 novamente, mas os moradores me indicaram o D2 que estava passando na hora, e voltei realmente rápido, em pouco tempo já esta vendo a Plaza Independéncia novamente. Dali voltei pro meu apartamento novamente, passando, claro, em alguma loja de conveniência que estava pelo caminho para comprar algum lanche. Esse foi meu jantar nesse dia!



Minha ideia era comer um dos biscoito e algumas das balas, mas elas estavam tão gostosas e diferentes que acabou que não sobrou nenhuma bala para contar a história. Bem alimentado fui descansar. Fim do dia!

Explicações: O Cerro Montevideo está em uma área mais pobre da capital. Apesar de não existirem favelas no Uruguai, é como se eu tivesse ido ao Cristo Redentor, em que há uma favela atrás dele.

Depois de algum tempo descobri com uma das professoras que os uruguaios mais pobres, principalmente os que nunca saíram do país, pensam que o uruguai é o pior país do mundo e acabam aumentando ou inventando muitas coisas.

É claro que existe o risco de ser assaltado em qualquer lugar, mas indo de excursão ou nas datas certas as chances de ocorrer algum problema assim são mais baixas. Devido a esses fatos não recomendo muito visitar o Cerro sozinho, existem muitos outros pontos turísticos que também são interessantes e seguros nas proximidades do Centro de Montevideo.

Para ir para a Parte 5 do Relato clique AQUI.

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