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domingo, 28 de janeiro de 2018

Congonhas, MG [10/09/2017] - Parte 2

Agora estou continuando com o relato da viagem que fiz para Congonhas, em Minas Gerais.


Nessa viagem estavam eu, a Lu, nossas mães, a Lorrayne e seu filho [o Lolô] e a Aninha, uma vizinha da Luciana.


Essas são as partes desse relato:

[PARTE 1] [PARTE 2] [PARTE 3]

Se ainda não tiver acessado a Parte 1 clique AQUI ou na imagem abaixo:


Sem mais delongas, vamos continuar...

Como havia dito, nos separamos para que a gente pudesse descarregar nossas coisas na van para poder aproveitar melhor o passeio pela cidade. O problema era que a cidade estava bem lotada e em certos momentos ficava difícil até para andar, principalmente nas áreas onde existiam mais barracas.




No caminho avistei uma capela [que por dentro estava muito escura] que me deixou curioso e não resisti, tirei uma foto com flash para ver o que tinha ali dentro:


Um fiel que estava próximo até reclamou, mas fingi que não ouvi e continuei com o nosso caminho. A partir da parte que avistamos a igreja ficou mais fácil de se locomover, mas ainda assim tínhamos de tomar cuidado para não escorregar por conta das ladeiras íngremes e o piso de ladrilhos em uma parte do percurso.




Conseguimos chegar no local às 12:06h, quase 20 minutos depois, mas o motorista não estava lá e nisso a Lu ficou super estressada, ao ponto que nessa hora chegou a estar insuportável de tão nervosa, não sabia sequer o que fazia, se esperava ou voltava para a praça novamente.

E depois de esperar um tempo resolvemos subir aquele morro todo de novo e quando estávamos quase chegando na área da igreja a Lorrayne viu uma pessoa e ficou na dúvida se ele era ou não o nosso motorista, e a Lu perguntou algo assim:

Luciana: - Bom dia! Desculpe perguntar, mas você é o motorista de alguma van?
Pessoa: - Sim.
Luciana: - E por acaso é da van do Alvorada?
Pessoa: - Sim.
Luciana: - Podemos guardar as nossas coisas na van então?
Pessoa: - Claro.

Com isso, voltamos tudo de novo até chegar a esta mesma van, mas dessa vez pudemos descarregar as coisas, que estavam bem pesadas e atrapalhavam na nossa movimentação.



E mais uma vez subimos tudo de novo, mas antes de chegar na praça cobrei o que haviam me prometido: entrar na área de artesanatos para que eu pudesse comprar o meu devido souvenir [essa parte do passeio é sagrada para mim - não pode faltar porque uma de minhas metas é sempre aumentar ainda mais a minha coleção].

Nisso entramos nas primeiras lojinhas do corredor para procurar o que eu queria e até compramos algumas coisinhas nesse meio tempo.








Presente comprado: normalmente vou comprando alguns souvenires para ver se eles se adequam a minha coleção, o mais legal e que tem mais a ver com a cidade fica comigo, enquanto os outros gosto de deixar para os meus familiares [normalmente a minha mãe, minha vó ou minha tia Sandra].
Congonhas é muito rica na variedade de coisas para se comprar, há de tudo por aqui e nessa área artesanal também não foi diferente: havia enfeites para casa, estátuas e lembranças de todo tipo, artigos religiosos e muito mais.

Depois de comprar os souvenires rapidamente voltamos a praça que o povo estava nos esperando e nos reunimos novamente.




Entrei outra vez na Romaria para ver se alguém por lá estava vendendo picolés, mas não tive sucesso.







Ao voltar para a praça de novo ficamos pensando no que fazer.



Por fim, resolvemos seguir para aquela igreja que serviu para nós como ponto de referência, a Basílica do Bom Senhor Jesus [e ainda dei sorte de achar um vendedor ambulante vendendo o picolé que eu tanto queria].




A fila para entrar na igreja estava enorme, mas fluía bem rápido, uma coisa que não tinha como evitar de notar era a sujeira, havia lixo espalhado por todos os cantos [infelizmente essa é uma falha brutal da prefeitura de Congonhas, que sequer disponibiliza lixeiras na cidade para os turistas, isso acaba deixando toda a cidade muito suja].

O portal de entrada também era bem grande e não pude tirar fotos do lado de dentro  da igreja porque isso é proibido por aqui.


Mas não tem problema, é nessas horas que a internet nos ajuda!

Imagens da internet:

Vista do Altar - Igreja do Santuário Bom Jesus do Matosinhos - foto do Museu de Congonhas.
Vista do Teto  e do Coro da  Igreja do Santuário Bom Jesus do Matosinhos - foto do Museu de Congonhas.
Fonte Pesquisada:


A arte era incrível, a gente mal sabia para onde olhar, além do que está na foto ainda era possível observar a escultura de Jesus e mais algumas coisas interessantes, mas como estava muito cheio o guarda gritou para todos e disse que não era para ninguém ficar parado. Por isso preferimos sair dali rapidamente.

Na parte de trás da basílica estava um local onde os fieis colocavam as fotos das pessoas para pedir bençãos e também onde os romeiros guardavam as cruzes após fazer suas peregrinações.





E ao lado tinha um confessionário.

Dessa vez o pessoal estava um pouco indeciso do que fazer, por isso ficamos um tempinho esperando.

Nessa hora só o Lolô que estava se divertindo: sorrindo e fazendo a maior pose!
Por fim, acabamos nos dividindo em dois grupos: eu, minha mãe e a Lu seguimos de volta em direção a área dos artesanatos [parando claro, para conferir quase todas as lojinhas pelo caminho]. já a Lorrayne, o Lolô, a Dona Graça e a Aninha seguiram por outro caminho para fazer outras coisas [não sei para onde elas foram e nem o que fizeram].

Isso que vimos pelo caminho foi antes de chegar no corredor das casinhas de artesanatos [antes eu não tinha reparado, mas tinha muitas lojinhas diversificadas e interessantes por aqui]:












A partir desse momento tivemos de controlar bastante nos gastos porque faltava pouco do dinheiro que tinha separado para gastar por aqui. Então, por mais que passássemos em muitas lojas, raramente a gente comprava alguma coisa. E mais uma vez, estávamos no corredor das casinhas de artesanato.






Ao descer o corredor chegamos a mais uma escaria e ali tivemos uma pequena vista da cidade e também das lonas das barracas, que tampavam toda a rua.






Nessa área havia mais uma leva de barracas por todos os lados, de fora a fora por toda a rua. Além disso o calor estava escaldante e a movimentação ficava super difícil por conta da inclinação da rua, do nosso cansaço [vários sedentários andando o dia todo sem parar fazendo compras] e ainda os ladrilhos intermináveis da cidade.





Dessa parte, uma tenda que se destacou bastante foi a de um homem que escrevia o nome das pessoas [ou que ela quisesse escrever] nos quadros personalizados. Essa é uma ideia super genial e interessante.


Como a fome bateu, procuramos por algum lugar para comer no meio de toda essa algazarra de pessoas. 



Estava bem difícil de se movimentar e em um ponto mais inclinado a gente quase não andava por conta as pedras que estavam irregulares, mesmo assim desvencilhamos da multidão e conseguimos achar um lugar para comer.


Mesmo assim tivemos problema porque tinha outras pessoas na frente e a vendedora do balcão sequer teve a capacidade de dar a mínima atenção pra nós [ou ao menos dizer para esperar um pouco], então levantamos e saímos dali depois de algum tempo esperando e continuamos com nosso passeio.

Mais uma vez, como o relato ficou muito longo, estarei separando e dividindo em mais uma parte. Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar a parte 3:



Clicar: [Parte 3]

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